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Faltas abonadas: rol exemplificativo ou taxativo?
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FALTAS ABONADAS: ROL EXEMPLIFICATIVO OU TAXATIVO?

Quais ausências a lei protege quando a vida familiar invade a jornada? A pergunta define o debate sobre as faltas abonadas e a natureza do rol dos arts. 131 e 473 da CLT e do art. 6.º da Lei n.º 605/1949: se ele é taxativo, restrito às hipóteses expressas, ou exemplificativo, aberto a outras situações relevantes. O texto acompanha uma decisão do TRT da 2.ª Região no caso de uma mãe que faltou ao trabalho para acompanhar o filho hospitalizado. O tribunal leu o art. 473 sob a ótica ampliada e mostrou como princípios constitucionais, a dignidade da pessoa e a proteção da família concretizam a leitura exemplificativa e humanizam a relação de emprego. Ao lado das hipóteses clássicas, como luto, casamento, doação de sangue e deveres cívicos, o trabalhador pode sustentar o abono de ausências ligadas ao cuidado de quem depende dele.

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Avanços e desafios na luta contra a discriminação etária trabalhista
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AVANÇOS E DESAFIOS NA LUTA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO ETÁRIA TRABALHISTA

O artigo “Avanços e Desafios na Luta Contra a Discriminação Etária Trabalhista” aborda o etarismo no mercado de trabalho brasileiro, destacando avanços e desafios na legislação e na sua aplicação. Embora existam normas como a Lei n.º 14.611 de 2023, a Súmula 443 do TST e o Estatuto do Idoso, a discriminação baseada na idade ainda é um problema recorrente, exacerbado por barreiras culturais e interpretações jurídicas inconsistentes. A jurisprudência trabalhista tem reconhecido práticas discriminatórias, assegurando reintegração e indenização para trabalhadores afetados. O artigo defende que o combate ao etarismo requer mudanças culturais e políticas inclusivas nas empresas, além de fiscalização por órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT).

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Direitos do operador de telemarketing no brasil: proteção legal e saúde no trabalho
Acidente e saúde no trabalho

DIREITOS E SAÚDE DO OPERADOR DE TELEMARKETING

Nesse trabalho abordamos os direitos dos operadores de telemarketing no Brasil, destacando a proteção legal e a saúde no trabalho. Ele explora a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que garante a segurança e a saúde dos trabalhadores, além de leis como a Lei 8.213/1991, que assegura benefícios previdenciários em casos de acidentes ou doenças ocupacionais. O Decreto 3.048/1999 regula os critérios para a concessão desses benefícios. Normas Regulamentadoras, como a NR 17, tratam da ergonomia e condições adequadas no ambiente de telemarketing. O texto também menciona convenções da OIT e a necessidade de as empresas garantirem pausas regulares e um ambiente de trabalho seguro, além de medidas para controle de jornada e prevenção de doenças físicas e emocionais, como o estresse

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O trabalhador rural tem direito ao auxílio-acidente?
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O TRABALHADOR RURAL TEM DIREITO AO AUXÍLIO-ACIDENTE?

Muitos trabalhadores do campo desconhecem que o INSS lhes garante bem mais do que a aposentadoria e a pensão por morte. A resposta à pergunta do título é afirmativa: o trabalhador rural tem direito ao auxílio-acidente, valendo tanto para o empregado rural quanto para quem atua em regime de economia familiar, na condição de segurado especial. O texto esclarece quem se enquadra como trabalhador rural, apresenta os cinco benefícios previdenciários acessíveis a esse grupo, entre eles o auxílio-doença, o salário-maternidade e o próprio auxílio-acidente, e destaca a importância de comprovar a atividade por documentos e pela autodeclaração de segurado especial. Uma orientação voltada a quem tira do trabalho na terra o sustento da família.

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Auxílio-acidente e seu valor
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AUXÍLIO-ACIDENTE E SEU VALOR

Ficar com uma sequela depois de um acidente reduz a capacidade de trabalho, e é justamente essa perda que o auxílio-acidente busca compensar, com pagamento mensal equivalente a 50% do salário de benefício, na forma do art. 86, § 1.º, da Lei n.º 8.213 de 1991. O texto esclarece um ponto que costuma confundir o segurado: por ter natureza indenizatória, o benefício não substitui o salário e pode, por isso, ser pago em valor inferior ao salário mínimo, sem que haja ilegalidade. Também mostra como o cálculo acompanha os reajustes anuais do piso e do teto previdenciário, orientando o leitor a conferir sempre os valores do ano em curso. Uma explicação prática de quanto se recebe e por que a conta funciona assim.

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Auxílio-doença e o auxílio-acidente e suas diferenças
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AUXÍLIO-DOENÇA E O AUXÍLIO-ACIDENTE E SUAS DIFERENÇAS

Nomes parecidos, propósitos opostos: essa é a origem da confusão entre o auxílio-doença e o auxílio-acidente, dois benefícios do INSS que muita gente trata como sinônimos. O conteúdo separa um do outro com clareza. O auxílio-doença substitui o salário enquanto a pessoa está temporariamente incapaz de trabalhar; o auxílio-acidente, ao contrário, indeniza a sequela permanente que reduz a capacidade laboral, ainda que de forma mínima, e é pago junto com o salário depois que o trabalhador retorna às atividades. O texto detalha as exigências de cada benefício, mostra por que o auxílio-acidente é concedido em situações mais amplas e ajuda o segurado a reconhecer qual proteção corresponde ao seu caso, evitando que um direito passe despercebido.

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