
INSALUBRIDADE PELO FRIO NO FRIGORÍFICO E PAUSA DO ART. 253
No setor de congelados, na desossa e nas câmaras frias, o trabalhador de frigorífico passa a jornada exposto ao frio artificial que adoece, muitas vezes sem a pausa de 20 minutos a cada 1h40 que a lei assegura. O texto examina esse direito a partir do art. 253 da CLT e da Súmula 438 do TST, que estendeu a pausa a quem labora em ambiente artificialmente frio ainda que fora da câmara frigorífica. A falta do intervalo gera o adicional de insalubridade mesmo que a empresa forneça agasalho, conforme o Tema 80 do Tribunal Superior do Trabalho, e o texto ainda percorre a Norma Regulamentadora 36 e o que se pode buscar na Justiça do Trabalho, com recorte para os polos de frigorífico de Goiás, Mato Grosso e Pará.


